Orações coordenadas
Lembra-se das conjunções coordenativas? São as cinco que, em tempo idos e vividos, os alunos recitavam de cor e salteado. Refresque a memória:
aditivas: e, nem
adversativas: mas, porém, todavia, contudo, no entanto
alternativas: pois, que, porque
conclusivas: pois, portanto, logo
Assim como existem termos coordenados, existem as orações coordenadas. Elas se dividem em dois grupos.
O primeiro: o das assindéticas. Elas querem distância da conjunção. Ficam só com a vírgula:
Cheguei, vi, venci.
Trabalho, estudo, viajo.
Tomei banho, vesti a roupa nova, fui ao cinema.
Reparou? As assindéticas lembram pessoas sentadas em cadeiras sem encosto para os braços. Pra não ficarem emboladas, uma pequena distâncias as separa. É a vírgula.
O segundo grupo é o das sindéticas. Essas são gulosas que só. Exigem a conjunção e a vírgula. É dose dupla:
O candidato falou muito, mas não convenceu.
Ou estuda, ou trabalha.
Feche a porta, que vai chover.
Penso, logo existo.
A dica de hoje foi extraída do livro Escrever melhor – guia para passar os textos a limpo, cujas autoras são Dad Squarisi e Arlete Salvador.
Frase atribuída a Albert Einstein:
“Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.”
Grande abraço e bom fim de semana a todos.
Grupo de Desenvolvimento do Servidor Fazendário (GDFAZ).
